Reconheceremos nossos entes queridos no céu?


Tudo em sua vida está perfeitamente maravilhoso , porém  nem sempre é como  sonhamos... projetos, expectativas, planos para o futuro, etc.... Coisas que nós planejamos lá na frente, mas que  ás vezes são interrompidas de uma maneira cruel e devastadora, coisas que "nunca acontece com a gente" ,mas  quando  acontece ,não acreditamos, parece um pesadelo sem fim, parece que ela foi viajar e de uma hora pra outra ela vai ligar ou bater por aqui .Pois bem o tempo vai passando ,o coração vai ficando apertado ,a saudades vai tomando conta de tudo, e tudo aquilo que você imaginava... não acontece, passa um dia ,uma semana ,um ano , e você ali ,querendo ouvir sua voz ,sentir seu cheiro , querendo sua presença , e nada ,absolutamente nada acontece, é um desespero sem fim . É exatamente isso que acontece na vida da gente ,quando nós nos deparamos com a PERDA. E  aí, coisas que você nunca fazia e nem pensava ,acontece de uma maneira quase que obrigatória. E perguntas tomam conta de sua vida e de seus pensamentos. O PORQUÊ?? ACABOU TUDO E PRONTO?? AONDE ESTÁ AGORA ?? ESTÁ NUM SONHO PROFUNDO?? JÁ ESTÁ COM JESUS?? NINGUÉM MAIS CONHECE NINGUÉM?? VAMOS   NOS RECONHECER TODOS  COMO  IRMÃOS ?? OU VAMOS RECONHECER NOSSOS ENTES QUERIDOS ?? Como vai ser?      Essa questão realmente é bem interessante, pois diz respeito ao que verdadeiramente existe de mais importante para o ser humano, que é a vida eterna, o nosso destino eterno, o qual jamais se poderá alterar depois de iniciado (Lc 16:26; Ap 3:5,12), bem como envolve outra área muito importante para qualquer ser humano normal, que é o apego, carinho e amor que desprendemos para com pessoas próximas a nós. Notadamente, todos queremos ir morar eternamente no céu, bem como anelamos que nossos entes queridos também.

Para responder a esta questão, vou iniciar com o texto de 1 Ts 4:13-18 que diz:

"Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança. Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele. Dizemo-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem. Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras".

O texto supra citado é bem esclarecedor para o presente foco. A igreja em Tessalônica era conhecida por sua falta de entendimento em relação à volta de Jesus e a ressurreição dos mortos, tanto é que o apóstolo teve que voltar a tratar do assunto em sua segunda carta aos mesmos. Os tessalonicenses se encontravam tristes, sem esperança, pois pensavam que não voltariam a rever seus entes queridos que já haviam partido desta vida (v. 13); para consolá-los e esclarecê-los, Paulo realiza um paralelo entre a morte e ressurreição de Jesus, com a nossa própria morte e ressurreição "se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele". E o que a ressurreição de Cristo nos ensina para o caso em estudo? Oras, mesmo após a sua ressurreição, Jesus continuou a ser a mesma pessoa, o mesmo Jesus, o qual fora reconhecido por inúmeras pessoas, como, por exemplo, Maria Madalena e outra Maria (Mt 28:9), pelos onze apóstolos (Mt 28:16,17; Lc 24:33-39), por dois discípulos no caminho de Emaús (Lc 24:31), por mais de quinhentos irmãos de uma vez só (1 Co 15:6), e por fim, fora reconhecido por Estevão em ocasião de sua morte (At 7:55,56), o que nos leva a concluir que também seremos reconhecíveis após a nossa ressurreição ou arrebatamento. Destaquemos, ainda no versículo em análise, a parte final que diz"Deus os tornará a trazer com ele", frase que dá continuidade e reforça o ensino de Paulo de que a ressurreição não será sem sentido, vazia, mas sim terá um valor para nós, onde Deus irá trazer com Jesus os que já morreram e ressuscitaram, o que aponta claramente para uma comunhão consciente e de reconhecimento entre todos os salvos, haja vista que, como já exposto, reconheceremos a Jesus, e se os ressurretos irão vim do mesmo modo como Jesus (O qual é as primícias dos que dormem, cf. 1 Co 15:20), logo serão planamente reconhecíveis.

Indo agora para os versos 17 e 18 do texto em análise, que dizem"Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras". Estes versos encerram o pensamento do apóstolo dos gentios, onde Paulo usa mais elementos para indicar que a ressurreição e o arrebatamento são motivos para se acabar com a tristeza dos tessalonicenses, os enchendo da esperança que lhes faltava, lhes estimulando a crer que o reencontro com seus entes queridos será uma realidade por ocasião destes eventos. Paulo usa as expressões "seremos arrebatados juntamente com eles", o que denota comunhão entre os ressurretos e os transformados (juntamente), "encontrar o Senhor nos ares", o que confirma que iremos reconhecer o Senhor Jesus ressurreto e glorificado, "estaremos sempre com o Senhor", frase que confirma a idéia de comunhão, união e interação entre os salvos no céu, e por fim, Paulo encerra dizendo "Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras", o que nos remete para tudo o que fora exposto nos versos anteriores, notadamente em relação à tristeza que abatia os tessalonicenses em relação aos que já dormem (entes queridos), bem como em relação ao arrebatamento dos vivos e o encontro de ambos (ressurretos e transformados) com o Senhor Jesus (cf. 2 Co 4:14), para assim vivermos eternamente.

Convém aqui transcrever parte da obra A Bíblia RespondeCPAD, com autoria dos escritores Abraão de Almeida, Geremias do Couto, Geziel Gomes, Gustavo Kessler, Hélio René, Mardônio Nogueira, Miguel Vaz e Paulo César Lima:

"Se não nos reconhecêssemos no Céu, isto seria para nós contraproducente, pois o que almejamos é vermo-nos na Glória. Se no Céu houvesse inconsciência do passado, parece-nos que pouco adiantaria estar ali. O grandioso, o sublime é estarmos ali conhecendo o plano de Deus e vendo o cumprimento dele. Lá, sem dúvida, haveremos de conhecer em pessoa todos os heróis da fé que hoje conhecemos pela Bíblia. Lá veremos os nossos irmãos junto aos quais lutamos neste mundo a boa peleja da fé" pg 47.

Outro ponto importante a se destacar é a passagem de Lc 22:29,30"E eu vos destino o reino, como meu Pai mo destinou, para que comais e bebais à minha mesa no meu reino, e vos assenteis sobre tronos, julgando as doze tribos de Israel". Oras, pela passagem acima fica claro que os apóstolos se reconhecerão um ao outro após a ressurreição, pois se os mesmos irão comer e beber na mesma mesa (cf. Mt 26:29), juntamente com Jesus, com certeza eles se reconhecerão, assim como reconhecerão a Jesus. Destaque-se que a mesa no reino dos céus não está restrita apenas aos apóstolos, mas a todos os salvos, juntamente com os judeus salvos, sempre se reconhecendo as pessoas, cf. Mt 8:11. Não faria o mínimo sentido os apóstolos sentados em uma mesa e os mesmos não se reconhecerem, não se lembrarem do que passaram juntos aqui na terra, da vida que tiveram ao lado de Jesus, dos milagres, das alegrias e das tristezas que compartilharam, perseguições também, afinal de contas, mesmo as lembranças de acontecimentos terrenos nada agradáveis não serão motivo para tristeza no céu, mas pelo contrário, servirão para confirmar o quanto valeu a pena sofrer aqui na terra para se ter alcançado a vida eterna (cf. Rm 8:18; 2 Co 4:17).

Uma passagem também muito pertinente é a parábola do rico e Lázaro, que se encontra em Lc 16:19-31. Ela não deixa dúvidas quanto aos seguintes fatos: quem está no inferno verá e saberá quem está no céu (v. 23,24); quem está no céu verá e saberá quem está no inferno (v. 25); tanto os condenados, quanto os salvos, se lembrarão da vida que tiveram nesta terra (v. 25), incluindo aí até mesmo a lembrança de seus familiares (vs. 27,28). Em relação aos condenados serem reconhecidos pelos salvos, e os salvos reconhecidos pelos condenados, o texto de Dn 12:2 é bem esclarecedor: "e muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno" (cf. Mt 25:32-46); como os condenados poderão sentir "vergonha" se não for por parte de pessoas que conheceram em terra? Sentiriam vergonha de quem nunca conheceram? Dificilmente. Logo para esta vergonha existir seria necessário não somente os condenados reconhecerem os salvos, mas os salvos também reconhecerem os condenados.

Por fim, cabe destacar que ressurreição não é reencarnação. Os mortos quando ressuscitarem, ressuscitarão no mesmo corpo, embora glorificado (para os salvos), permanecendo, portanto, a mesma pessoa, com as mesmas características (tanto é que Estevão reconheceu Jesus no momento de sua morte).

Mas, como o salvo poderá ter plena alegria e gozo no céu, enquanto sabes que algum ente querido está no tormento eterno? A despeito das palavras de Paulo em 1 Co 7:16, creio que esta resposta foge um pouco a nossa limitação, até mesmo pelo fato da Bíblia não tratar diretamente do assunto, mas creio que as palavras de Jesus em Mt 10:37 e em Mc 12:28-31, talvez sejam o que temos de mais próximo sobre o assunto; a distinção entre o primeiro e o segundo mandamento na referência de Marcos é simples, sutil, mas muito importante. Sem sobra de dúvidas, devemos conceder a Deus a excelência de nosso amor, dedicação, apreço, carinho e obediência, haja vista ser Ele o Deus, O qual nos criou, responsável por tudo que somos e temos, e principalmente O responsável pelo maior de todos os dons, o qual nenhum ser humano seria capaz e desprendido o suficiente para realizá-lo, que foi entregar o seu Filho unigênito para sofrer e morrer em nosso favor, em uma prova de seu infinito amor e cuidado para conosco, que não merecíamos tamanha graça. Sabemos que se algum ente querido não for para o céu, com certeza ele fez por onde, e com certeza desagradou e entristeceu ao nosso Deus, ao qual devemos render nosso amor maior e incondicional. É óbvio, claro e evidente, que queremos que todos se salvem, principalmente nossos familiares e amigos mais próximos, mas, como dito pelo próprio Jesus no já citado Mt 10:37"Quem ama o pai ou a mãe mais do que a mim não é digno de mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a mim não é digno de mim". Somente será digno da vida eterna aquela pessoa que tiver em mente que o sofrimento de Cristo fora infinitamente mais precioso e caro do que qualquer sofrimento que algum ente querido possa vim a padecer eternamente nas trevas. Não é questão de não amar ou querer bem, é questão de a quem mais amar e querer bem. Ademais, a nossa natureza será uma natureza transformada, glorificada, o que creio que nos fará ter uma visão e senso de justiça mais próximos da divindade, o que concorrerá com o já exposto, para que não venhamos a sofrer no céu por causa de algum ente querido condenado.

Não esqueçamos que o céu, e a vida eterna que nele os salvos irão gozar, como sendo obra "caprichada" do nosso Deus, com certeza será algo infinitamente perfeito, em todos os sentidos. Deus pode que seja assim! Deus quis que seja assim! Deus fará que seja assim!

"E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas" Ap 21:4. Amém.

sábado 04 junho 2011 06:51


Devemos seguir as marcas que Cristo nos deixou


 A chamada “Teologia da Prosperidade”, propagada hoje no Brasil por alguns segmentos evangélicos, tem enfatizado que seguir a Jesus é automaticamente candidatar-se a uma vida de sucesso financeiro, de projeção social e quase imunidade a qualquer tipo de sofrimento. Na verdade, até mais do que isto, segundo tal proposta, todo cristão tem o direito de reivindicar e até exigir de Deus a satisfação de seus desejos pessoais. Esta mensagem pode ser resumida nas seguintes palavras:
        A “teologia da prosperidade” está trazendo o celeste porvir para o terrestre presente. Para comermos a melhor comida, para vestirmos as melhores roupas, para dirigirmos os melhores carros, para termos o melhor de todas as coisas, para adquirirmos muitas riquezas, para não adoecermos nunca, para não sofrermos qualquer acidente, para morrermos entre 70 e 80 anos, para experimentarmos uma morte suave. Basta crermos no coração e decretarmos em voz alta a posse de tudo isso. Basta usar o nome de Jesus com a mesma liberdade com que usamos nosso talão de cheques".
        Tais aspectos suscitam uma inevitável questão: que lugar existe para a mensagem da cruz neste modelo de cristianismo? Ou ainda, diante dos relatos que serão apresentados, a seguir, se poderia perguntar: será que estes mártires do cristianismo primitivo, caso vivessem em nossos dias, seriam aceitos como membros destas igrejas que abraçaram o ensinamento deste modelo de teologia? Deixemos, então, que os próprios relatos da história nos fale.
        No primeiro século de sua existência, a igreja neotestamentária se encontrava instalada nas dimensões do império romano. Devido a profissão de fé que os cristãos faziam em Jesus Cristo, e às reivindicações do evangelho libertador por eles pregado àquele mundo fundado num sistema de abuso de poder e opressão, os conflitos com o Império foram inevitáveis.
        O primeiro imperador a iniciar uma ostensiva perseguição ao cristianismo foi Nero (54-68). Após o incêndio na cidade de Roma, no ano 64, a mando do próprio imperador, quando dez dos quatorze bairros foram destruídos, os cristãos passaram a ser acusados como culpados por tal episódio, sofrendo por isso atroz perseguição. Tácito, historiador antigo, descreve as atitudes tomadas:
        Além de matá-los (aos cristãos) fê-los servir de diversão para o público. Vestiu-os em peles de animais para que os cachorros os matassem a dentadas. Outros foram crucificados. E a outros acendeu-lhes fogo ao cair da noite para que a iluminassem. Nero fez que se abrissem seus jardins para esta exibição, e no circo ele mesmo ofereceu um espetáculo, pois se misturava com as multidões disfarçado de condutor de carruagem.
        Dados históricos e informações preservadas pela tradição antiga referentes ao que ocorrera com os apóstolos e outros importantes líderes do cristianismo em seus primórdios, também nos ajudam a entender que o compromisso com o caminho da cruz foi levado até as últimas conseqüências. Muitos foram submetidos ao martírio por causa do evangelho de Cristo. Vejamos primeiramente alguns exemplos envolvendo aqueles que fizeram parte dos doze discípulos chamados por Jesus (Marcos 3:13-19).
        André: após a morte e ressurreição de Jesus, foi pregar o evangelho na região do Mar Negro (hoje parte da Rússia); depois, segundo a tradição, pregou na Grécia, em Acaia, onde foi martirizado numa cruz em forma de “X”. Daí, este instrumento de tortura ter ficado conhecido como “cruz de Santo André”.
        Bartolomeu: pregou inicialmente na Arábia, depois Etiópia, e por fim, ao lado de Tomé, atuou como missionário na Índia, onde foi martirizado.
        Filipe: atribui-se a este apóstolo a fundação da igreja de Bizâncio, cidade mais tarde conhecida como Constantinopla. Posteriormente, pregou o evangelho na Ásia Menor, na região de Hierápolis, onde convertera-se a mulher de um cônsul romano pela sua pregação. O cônsul, então furioso por este episódio, mandou prender a Filipe e matá-lo de forma cruel.
        Para o lugar de Judas Iscariotes, que suicidou-se, a igreja primitiva escolheu Matias como seu substituto (Atos 1:21-26). Segundo a tradição, Matias se tornou missionário na Síria, onde acabou sendo queimado numa fogueira por causa do evangelho.
        Judas Tadeu: segundo a tradição, pregou na Pérsia, onde também foi martirizado.
        Mateus: desenvolveu grande parte de seu ministério pastoreando a igreja de Antioquia, onde também escreveu o seu evangelho. Dirigiu-se posteriormente para a Etiópia, onde veio a ser martirizado por causa da pregação.
        Pedro: depois de exercer importante liderança na igreja de Jerusalém, este apóstolo transferiu-se para a cidade de Roma, capital do Império. No ano 67, durante perseguição imposta por Nero, Pedro foi preso e condenado a morrer crucificado. Relatos do segundo século afirmam que o apóstolo, antes de sua execução, disse que não era digno de morrer como morrera Jesus, o seu Senhor, e pediu para que fosse crucificado de cabeça para baixo, e assim ocorreu.
        Paulo: considerado um apóstolo “nascido fora de tempo” (I Cor. 15:8), tornara-se o grande líder da igreja entre os gentios e propagador da “mensagem da cruz” (I Cor. 1:18-23). Uma carta de Clemente de Roma, no segundo século, testifica o que ocorrera com este apóstolo:
        Paulo esteve preso 7 vezes; foi chicoteado, apedrejado; pregou tanto no Oriente quanto no Ocidente, deixando atrás de si a gloriosa fama de sua fé; e assim, tendo ensinado justiça ao mundo inteiro, e tendo para esse fim viajado até os mais longínquos confins do Ocidente, sofreu por fim o martírio por ordens dos governadores, e partiu deste mundo para ir ocupar o seu santo lugar.
        No ano 67, quando da perseguição movida por Nero, Paulo foi preso e levado a Roma, onde recebera o martírio. Pelo fato de possuir cidadania romana, este apóstolo não poderia ser crucificado (algo por demais humilhante para o cidadão romano) e por isso deram-lhe como sentença a decapitação (morte instantânea). A tradição conservou de forma reverente o lugar da execução deste apóstolo, juntamente com Pedro: “Desde a mais alta antiguidade, a igreja romana celebrou juntos os martírios de Pedro e de Paulo no dia 29 de junho”.
        Simão Zelote: desenvolveu seu ministério de evangelização na Pérsia, onde o culto ao deus Mithras (deus Sol) estava extremamente desenvolvido. Devido a conflitos com seguidores de Mithras, acabou sendo morto por se negar a oferecer sacrifício a esta divindade.
        Tiago (Filho de Alfeu): pregou o evangelho na Síria. Segundo o historiador antigo Flávio Josefo, foi linchado e apedrejado até a morte.
        Tiago (filho de Zebedeu): segundo tradições antigas, citadas por Justo Gonzalez, este apóstolo desenvolveu um trabalho missionário na Espanha, pregando na região da Galícia e Zaragoza. “Seu êxito não foi notável, pois os naturais desses lugares se negaram a aceitar o evangelho”. Ao regressar para Jerusalém, percorreu o caminho que deu origem ao lugar hoje conhecido como “Caminho de San Tiago de Compostela”, na Espanha. Em Jerusalém, veio a ser preso, sendo em seguida, decapitado por ordem de Herodes Agripa, no ano 44 (Atos 12:1,2).
        Tomé: segundo a tradição, desenvolveu sua atividade missionária inicialmente na Índia. Dali, dirigiu-se para o Egito, onde realizou importante trabalho entre os habitantes de língua copta, ministério este que deu origem à comunidade até hoje lá existente. A Igreja Cristã Copta, como é conhecida, está separada do catolicismo romano desde o IV século, tendo patriarcas em sua liderança.
        João: este é, reconhecidamente pela tradição e pelos depoimentos do cristianismo antigo, o último apóstolo a morrer. Morreu na velhice, por volta do ano 100, na cidade de Éfeso, onde morava com sua família. Este apóstolo desenvolveu o seu ministério na Ásia Menor onde foi preso nos anos 90, na época da intensa perseguição imposta pelo imperador Domiciano ao cristianismo, quando acabou deportado à ilha de Patmos, no Mar Egeu, vindo a receber ali a revelação do Apocalipse, por volta do ano 96. Sendo solto posteriormente, permaneceu em Éfeso ensinando até ao final da sua vida.
        Além dos apóstolos, outros importantes líderes do cristianismo primitivo também deram a sua vida pela causa do evangelho. É o caso, por exemplo, de Tiago “o irmão do Senhor”, que exerceu importante liderança na igreja de Jerusalém. O historiador Flávio Josefo, que descreveu o sítio desta cidade pelo exército do general Tito, no ano 70, atribui a destruição de Jerusalém a um “juízo de Deus sobre os judeus pelo fato de terem assassinado a Tiago, o Justo.” Também o historiador da igreja, Eusébio, cita um escritor do segundo século, chamado Hegesipo, que descreve a morte de Tiago. Afirma este autor, que tinha se levantado um conflito entre os judeus convertidos e os descrentes a respeito de Jesus ser ou não o Messias, e pediram a Tiago que resolvesse a questão. “Os escribas e fariseus” – diz Hegesipo – “Colocaram Tiago de um lado do templo e exclamaram, dirigindo-se a ele: visto que o povo é levado em erro a seguir a Jesus que foi crucificado, declara-nos qual é a porta pela qual se chega a Jesus, o crucificado?”. Ao que ele respondeu em alta voz: “O Filho do Homem está agora assentado nos céus, à mão direita do grande poder e está para vir nas nuvens do céu”. E como muitos se gloriaram no testemunho de Tiago, estes mesmos sacerdotes e fariseus tomaram a decisão de levá-lo à parte alta do templo e de lá o lançaram abaixo, “passando em seguida a apedrejá-lo, visto não ter morrido logo que caiu no chão, enquanto, ajoelhando-se pedia o perdão de Deus aos seus agressores”. Deste modo ele sofreu o martírio.
        Também Timóteo, discípulo de Paulo, segundo testemunho de Nicéfero, no segundo século, “foi martirizado durante o reinado de Domiciano, no ano 96 a.D., em Éfeso, cidade onde morava quando o apóstolo lhe escreveu as duas cartas”
        Até ao terceiro século da era cristã a cruz realmente pautou a atuação da igreja. E é prova evidente disto o fato de tal período ter ficado conhecido como a “era dos mártires”. O historiador Justo Gonzalez descreve com precisão ainda outros fatos deste período, como por exemplo, o testemunho de fé demonstrado por Inácio de Antioquia. Discípulo do apóstolo João, viveu no período de 60 a 117 d.C. Tornou-se célebre pela fidelidade a Cristo em meio às perseguições que sofrera e às cadeias que enfrentou devido à fé que professava. Sendo levado a Roma, em algumas paradas obrigatórias, não se esquecia de escrever às igrejas que o recebiam ou lhe enviavam saudações. Pelo testemunho vivo de Jesus Cristo, Inácio está disposto a enfrentar a morte. E, a caminho do martírio, proferiu as seguintes palavras:
       "Não quero apenas ser chamado de cristão, quero também me comportar como tal. Meu amor está crucificado. Não me agrada mais a comida corruptível... mas quero o plano de Deus que é a carne de Jesus Cristo... e seu sangue quero beber, que é bebida imperecível. Porque quando eu sofrer, serei livre em Jesus Cristo, e com ele ressuscitarei em liberdade. Sou trigo de Deus, e os dentes das feras hão de me moer, para que possa ser oferecido como pão limpo de Cristo”. 
        Não é diferente o exemplo de fé de Policarpo de Esmirna, o qual, diante da insistência das autoridades para que jurasse pelo imperador e maldissesse a Cristo, recebendo em troca disto a liberdade, respondeu: “vivi oitenta e seis anos servindo-lhe, e nenhum mal me fez, como poderia eu maldizer ao meu rei, que me salvou?" E estando atado já em meio à fogueira, Policarpo elevou os olhos ao céu e orou em voz alta:
        Senhor Deus Soberano... dou-te graças, porque me consideraste digno deste momento, para que, junto a teus mártires, eu possa ser parte no cálice de Cristo. Por isso te bendigo e a te glorifico. Amém.
        As experiências de Inácio e Policarpo retratam bem a disposição dos cristãos de tal período em dar testemunho de sua fé em obediência a Jesus Cristo, até às últimas conseqüências. Para a igreja deste período, a ressurreição foi, sem dúvida, o impulso maior à perseverança e à fidelidade ao caminho da Cruz. Ao falar sobre martírios de cristãos, o teólogo Jürgen Moltmann afirma que
       É Cristo que sofre através dos seus discípulos mártires, pois na Paixão apostólica pelo evangelho e pela nova criação está presente o próprio Cristo. Por isso os sofrimentos apostólicos, como perseguição, prisão, pobreza e fome, são também sofrimentos de Cristo e, como tais, dores de parto da nova criação. Paulo diz isto em 2 Cor.4:10 levando sempre no corpo o morrer de Jesus para que também a sua vida se manifeste em nosso corpo. Nestes sofrimentos do caminho da cruz, o mundo presente perece e nasce o novo mundo de Deus.
        Em nossos dias, a “palavra da cruz” parece continuar sendo “loucura” (1Cor.1:18) para alguns segmentos cristãos. Mas certamente a cruz, por mais paradoxal que possa parecer, continuará carregando em seu significado o mistério e o segredo da vida. “Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome a sua cruz e siga-me. Porque qualquer que quiser salvar a sua vida perdê-la-á, mas qualquer que perder a sua vida por amor de mim e do evangelho, esse a achará.” (Mc. 8:34,35)

sexta 06 fevereiro 2009 22:08


Espinhos na carne


Por que Deus permite espinho na carne do cristão?
Deus sabe como equilibrar nossa vida.
Se tivermos apenas benção, poderemos nos tornar orgulhoso.
A experiência maravilhosa de Paulo no céu poderia ter arruinado seu ministério na Terra; em sua bondade Deus permitiu que Satanás esbofeteasse Paulo, a fim de evitar que se tornasse orgulhoso.

Porque sofremos?
- Por sermos simplesmente humano.
- Nosso corpo muda a medida que envelhecemos nos tornamos mais suscetivos as doenças.
- O mesmo corpo que nos dá prazer nos traz também dores.
- Os mesmo membros da família e amigos que nos alegra, também nos magoam.
- As vezes sofremos porque somos insensato e desobedecemos ao Senhor.
A única maneira de escapar e deixar de ser humanos.

O rei Davi é um exemplo de que o pecado causa conseqüências que são dolorosas e Deus as vezes tem que nos disciplinar por que nos ama.

Paulo recebeu um espinho na carne para guardá-lo de pecar.
Experiências espirituais emocionantes - como ir para o céu e voltar costumam inflar o ego humano e o orgulhos conduz a inúmeras tentações.

Se o orgulho tivesse tomado o coração de Paulo, aqueles quatorze anos teria sido repletos de fracasso ao invés de sucesso.

O termo traduzido por espinho significa "uma estaca afiada usada para tortura".
Era uma aflição física que causava dor e aflição ao apostolo.
Sabemos com isso que Deus controla o mal e que pode usá-lo para a gloria de seu nome.
Satanás recebeu permissão de Deus para esbofetear Paulo, ou seja, bater, acertar com punho e tudo que o inimigo fez a Paulo e a Jô estava dentro da vontade de Deus.

Quando Deus permite sofrimento em nossa vida, há várias maneiras de lidar:
Ficar amargurado e colocar a culpa em Deus por privá-lo de sua liberdade e prazer.
Desistir e não receber a benção alguma por meio desta experiência.
Ou enfrentar com coragem e suportar até o fim.

Veja que experiência gritante entre as duas experiências de Paulo.
Passou do paraíso a dor, da gloria ao sofrimento.
Provou a benção de Deus no céu e sentiu o golpe de Satanás na Terra.
Passou do êxtase espiritual para agonia física.
Paulo havia sido elevado ao céu, mas aprendeu que o céu também podia vir até ele.

V9-10 Passa duas mensagens para nós;
9 E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo.
10 Por isso sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco então sou forte

O Espinho na carne era a mensagem de Satanás a Paulo, mais a outra mensagem era a graça de Deus ao seu servo.
Deus deu uma mensagem a Paulo que ficou para sempre com ele.
Paulo disse que Deus não permitiu que ele compartilhasse conosco as palavras que ele ouviu nos céus, mais pode compartilhar as palavras que deus lhe deu na Terra - palavras que nos estimulam.

Paulo aprendeu que a graças de Deus nunca falta.
Deus é suficiente para nossa vida espiritual, para nossas necessidades físicas e materiais.
A graças que Deus dá é suficiente para nos guardar e fortalecer nos momentos de sofrimento.

V9 Deus disse para Paulo; Por que o meu poder se aperfeiçoa na sua fraqueza ( ou está aperfeiçoando) na sua fraqueza.

Paulo pediu a Deus dá-me saúde em vez de enfermidade; livramento em vez de dor e fraqueza.
Quando Paulo estava orando Deus lhe deu uma revelação profunda que o Espinho na carne era uma dádiva de Deus. Que presente mais estranho.
Paulo só poderia fazer uma coisa aceitar o presente de Deus e permitir que Deus cumprisse seu propósito,

Quando Paulo aceitou o Espinho na Carne como Dádiva de Deus, permitiu que a graça de Deus operasse na sua vida.
Deus não explicou para Paulo o que seria aquele espinho na carne, simplesmente disse; A Minha graça te basta.

Que benefícios Paulo colheu desse sofrimento?
Em primeiro lugar experimentou o Poder de Cristo em sua vida.
Deus transformou a fraqueza de Paulo em força.
Paulo considerava seu corpo como uma tenda frágil, mas a gloria de Deus havia entrado nesta tenda e a transformara num santo tabernaculo.

A Bíblia diz que Paulo foi capaz de gloriar em suas enfermidades. 10 Por isso sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco então sou forte

Não que Paulo gostasse da doença, mas que podia glorificar a Deus como seu modo de aceitar e de lidar com as experiências difíceis da vida.

A partir da experiência de Paulo podemos aprender várias lições praticas.
1) Para o cristão devoto, o espiritual é mais importante do que o físico.
O que Deus faz para desenvolver nosso caráter cristão e muito mais importante do que a cura física sem caráter.

2) Deus sabe equilibrar em nossa vida as bênçãos e os fardos, o sofrimento e a gloria.
A vida é parecida com uma fórmula de remedia; se os ingredientes são tomados separadamente , podem causar a morte, mas quando é misturado da maneira correta e na sua devidas proporção , podem ajudar.

3) Nem toda a enfermidade é causada pelo pecado.
Há ocasião em que Deus permite aflições de Satanás a fim de realizar , por meios delas seus propósitos maravilhosos em nossa vida.

4) o pecado é pior que a enfermidade; e o pior pecado é o orgulho.
A pessoa saudável que se revela contra Deus está em piores condições de que a pessoa aflita que se submete a Deus e que desfruta da sua graça.

5) a aflição física não deve ser de modo nenhum impedimento para o serviço cristão eficaz.
Os cristão de hoje tem tendências de usar qualquer desconforto ou dor para não vir na igreja.
Paulo não permitiu que o espinho na carne fosse pedra de tropeço na obra de Deus.

6) Podemos sempre descansar na Palavra de Deus.
Deus sempre tem uma mensagem de conforto e encorajamento para nós nos tempos de tribulação e do sofrimento.
Paulo conhecia esse poder pois confiava na vontade de Deus e dependia da graça de Deus, esse mesmo poder está a nossa disposição hoje.

quarta 04 fevereiro 2009 23:29


Como Enfrentar as Tentações?


Enquanto estivermos neste mundo estaremos sujeitos à carne, a qual sempre foi má e nunca poderá ser melhorada. Quando uma pessoa crê no Senhor Jesus Cristo, ela não melhora sua carne, e nem a Bíblia diz que devamos fazer isto. A pessoa recebe uma nova natureza, nascida de Deus, e deve, isto sim, mortificar a carne, ou seja, considerá?la morta (Romanos 8.13, Colossenses 3.5).

Não devemos lutar contra a carne, pois isto é um trabalho do Espírito (Gálatas 5.17). Devemos sim andar no Espírito (Gálatas 5.16). Muitos caem quando tentam lutar contra sua própria carne, mas isto é um erro. Enquanto estivermos lutando contra a carne com suas concupiscências, estaremos ocupados com ela, e fatalmente acabaremos caindo. Quando não ligamos para nossa carne, ou seja, quando consideramos os seus apelos como vindos de um homem morto (nossa velha natureza) e nos mantemos cheios da Palavra de Deus, cheios de pensamentos de louvor e gratidão a Deus, acabaremos por esquecer a carne com seus feitos.

Seremos tentados sempre enquanto estivermos aqui, mas Deus nos dá forças para vencermos as tentações. E se caímos, é porque quisemos cair; o poder para não cairmos está sempre ao nosso alcance (1 Coríntios 10.13), e ao invés de nos entristecermos ao sermos tentados, devemos nos lembrar que é mais uma ocasião que Deus permite para sermos bem?aventurados (Tiago 1.12). Todo pecado começa em nossa própria mente (Tiago 1.13?15), portanto devemos manter nossa mente sempre cheia da Palavra de Deus. Muitos ficam tanto tempo lutando contra o mal, que nunca se ocupam com outra coisa além do mal.

Imagine dois crentes passando por um corredor onde estão coladas nas paredes dezenas de fotografias pornográficas. Um deles atravessa aquele corredor lendo a sua Bíblia, ocupado com as maravilhas de Deus. O outro, para a cada foto para fazer uma crítica e denunciar o horror e o pecado que aquelas fotos podem ocasionar. Evidentemente, aquele que lia sua Bíblia, passou mais depressa pelo corredor e estava tão ocupado com Cristo que nem reparou nas fotos.

O outro, tão ocupado em criticar o pecado e tentar combatê?lo, demorou para passar por alí e, mesmo sendo a sua intenção de denunciar o mal e combatê?lo, não se ocupou nem um minuto sequer com as coisas de Deus. Esteve o tempo todo ocupado com o pecado.

Mantenha sua mente ocupada com as coisas de Deus e aproveite todas as tentações como se fosse um lembrete para louvar a Deus pelo Seu grande amor. Se todas as vezes que for tentado, começar a cantar hinos de louvor, ou a fazer orações de ações de graças a Deus, Satanás tentará arranjar um outro meio de fazê?lo tropeçar, pois estará vendo que os seus ataques só estão fazendo com que você se lembre de que está na hora de louvar o Senhor.

terça 03 fevereiro 2009 14:46


O natal dos anjos


Há 2008 anos atrás neste mesmo dia, entre nós, Humanos, se achava humildemente entre os animais, uma Linda criança, a mais importante! Imagina como o céu se alegrava! Com os anjos cantavam e adoravam aquele menino, imagina como era o ambiente? Por mais que seja simples... Um ambiente de amor, um ambiente de Luz, de vida e de esperança. Imagine a beleza daquele lugar... No meio dos bichos estava nascendo “O menino”; “O Rei”, o verdadeiro Rei, sem roupas chiques nem tapetes vermelhos... Mais o Rei o Filho de Deus! Aquele que nasceu por VOCÊ! Aquela fisionomia de Jesus pra você! Uma criança inofensiva que veio ao mundo para Salvar “Seu” pecado... Que veio ao mundo por VOCÊ ; alegre-se, pois o salvador chegou, para dividir o mundo em duas partes!

No Natal celebramos o nascimento, e não os presentes, bebida alcoólica, festas, comidas maravilhosas, coisas caras e sim o Mundo Novo! O Natal é tempo de Conversão, é A* hora de querer mudar. Pois Jesus é servo que vem curar nossa cegueira e retirar o véu de nosso rosto, é ele que se abrir o coração domina a sua vida, Jesus é ser Livre, é ser dominado pelo Espírito Santo sem medo do que poça acontecer, é se entregar de corpo e alma nas mãos de Cristo, Seja qual for a profundidade em que nos encontramos ELE nos retira com a sua força imensa!

A hora é AGORA! Pense... Como foi o seu ano de 2007?Foi bom... Ruim? Pra mim foi os dois! Pois Agradeço a estes momentos, foi com eles que aprendi ainda mais a Viver Melhor!E no Natal é hora de querer de mudar para ser melhor no outro ano que esta pra nascer * se Deus quiser*.É a hora de não querer mudar os problemas, mais sim o coração para enfrentá-los com garra e personalidade para não deixar atrapalhar os seus objetivos. Não se esqueça: “A VONTADE DE DEUS, É SEMPRE A MELHOR PARA NOSSA VIDA”. Se tivermos o objetivo de ser Feliz, temos que descansar o coração no senhor; e para isso é preciso retirar o pecado que pesa, olhar para si mesmo e ver o que você quer?Para que você vive? Que meta você tem? A paz verdadeira é algo que vem do interior, é a água do Espírito Santo que fecunda o coração humano transforma e encoraja. Suplique aos pés desse Jesus o derramamento dessa Água Viva, que você precisa lavar, purificar, restaurar-se e libertar o seu coração.

Nesta noite maravilhosa deixe-se nascer novamente, deixe que neste ano novo o seu coração se transforme em Deus, sem medo de buscar a Paz que gera Vida Eterna!

Hoje é tempo de salvação; não deixe os sinos do papai Noel, retirar a atenção central que é o verdadeiro Natal. Na noite do menino do nascimento, da vida eterna, da alegria, da paz, do amor, do carinho, de humildade, ternura, compreensão, felicidade, descobertas, VIDA NOVA, é o Jesus menino! É o Jesus pequeno, Que nasceu especialmente para VOCÊ, a criança de Glórias! A criança Feliz! Deus em forma de criança! Cristo na fase de criança, A que salvou o Mundo!

Acho que você já entendeu que esta noite é muito mais especial do que você imagina, ela pode ser lembrada com festas e presentes desde que VOCÊ NÃO ESQUEÇA O VERDADEIRO MOTIVO PELO QUAL ELA ACONTECE, PORQUE ELA ACONTECE, HOJE NASCEU O SALVADOR! DE GRAÇAS A ELE! Saiba aproveita-lá da maneira certa e refletir sobre a sua vida, ver aonde precisa ser mudado! Correr de Braços abertos a este Jesus pequeno hoje, mais tão grande que te da o melhor lugar do mundo! A sua alma tem sede Dele abra o coração! Que você não vãi se arrepender. Para refletir: “Então é NATAL e o que você fez?”

terça 13 maio 2008 23:36


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